Galeria

Um corpo diferente – Parte 1

Esta galeria contém 11 imagens.

A dinamarquesa Freja Beha Erichsen é uma das modelos prediletas dos fashionistas e segue um padrão de beleza único, apenas dela ou… Um corpo fora de tantos padrões e diferente daqueles que costumo publicar no blog. Mas o corpo ideal para … Continuar lendo

Imagem

O lugar mais azul do mundo?

Segundo o astronauta americano Scott Kelly é um lago que fica no Himalaia. Sem Photoshop o lago se chama “Cuo Womo, também chamado de Co Ogma ou simplesmente lago Womo“. A ideia de Kelly era achar o lugar mais azul do mundo e esse foi um dos escolhidos com seu azul brilhante. “E a forma como ele absorve radiações do sol é o que dá a esse lago sua cor particular”. Matéria completa na BBC Brasil.

nasa

Até a costa de Fortaleza está na lista

Até a costa de Fortaleza está na lista

Categoria: Fêmur de Nefilim Sobre: Ciências naturais, Ciências especulativas

Categoria: Fêmur de Nefilim
Sobre: Ciências naturais, Ciências especulativas

Christopher Lee

Foi divulgado hoje a morte de Christopher Lee.

Homenagem de Tony Iommi à Christopher Lee

Homenagem de Tony Iommi à Christopher Lee

De acordo com o site Uol “o anúncio da morte de Lee demorou a sair porque a mulher do ator, a ex-atriz e modelo dinamarquesa Gitte Lee (nascida Birgit Kroencke) decidiu esperar até que todos os parentes próximos fossem avisados. O casal ficou junto por mais de 50 anos e teve uma filha, Christina Erika Lee, hoje com 53 anos.” Matéria completa: Famoso por Drácula e Saruman, ator Christopher Lee morre aos 93 anos.

Cena do filme de Billy Wilder The Private Life of Sherlock Holmes (A vida íntima de Sherlock Holmes). A partir da esquerda: Colin Blakely no papel de John Watson, Christopher Lee como irmão de Sherlock, Mycroft Holmes e Robert Stephens no papel do detetive. Depois faço um post sobre essa maravilha pouco conhecida

Cena do filme de Billy Wilder The Private Life of Sherlock Holmes (A vida íntima de Sherlock Holmes) 1970.
A partir da esquerda: Colin Blakely no papel de John Watson, Christopher Lee como irmão de Sherlock, Mycroft Holmes e Robert Stephens no papel do detetive.
Depois faço um post sobre essa maravilha pouco conhecida

Christopher Frank Carandini Lee

27 de maio de 1922 (Londres, Inglaterra)

7 de junho de 2015 com a idade de 93 anos

Drácula: O Príncipe das trevas - 1966

Drácula: O Príncipe das trevas – 1966

Fica na lembrança que Vampiros não morrem…

Categoria: Sereias, Vanuccia não é Ariel Sobre: Cinema, vídeo e audiovisual Imagem em destaque: Dracula: Prince of Darkness, meu primeiro filme de vampiro aos 8 anos de idade

Categoria: Sereias, Vanuccia não é Ariel
Sobre: Cinema, vídeo e audiovisual
Imagem em destaque: Dracula: Prince of Darkness, meu primeiro filme de vampiro aos 8 anos de idade

Com a ajuda de Huguinho, Zezinho e Luisinho, que conheciam alguma coisa de informática e de patonet (sim, a internet de Patópolis é a patonet), Tio Patinhas entra no ramo do comércio eletrônico

Por Alexandre Saramelli acesse a matéria aqui

retro_PCAs histórias em quadrinhos são excessivamente ligadas ao universo infantil no Brasil.

Nos últimos anos, com os mangás e com a introdução de novos títulos, as editoras estão utilizando a tática de segmentar os títulos para fugir dessa ligação histórica. Assim, temos as chamadas revistas adultas, as revistas para adolescentes e as revistas infantis. Essa segmentação traz um efeito muito indesejado. As pessoas ficam presas a um único universo e não conseguem comentar sobre esses universos com as outras pessoas, o que é uma limitação.

Mas com as revistas da Disney nós temos um fenômeno diferenciado: não são revistas infantis, não são teens, não são adultas, e muito menos as pessoas da terceira idade deixam de ler. A mensagem que elas passam é universal e simples. Um entretenimento com conteúdo que traz criatividade e emoção a todo mundo, independente da idade.

Apesar disso, raramente alguém comenta as histórias Disney, o que apenas ajuda a manter essa imagem de que são “coisas para crianças”. Neste artigo, para quebrar esse estado de coisas, eu comento uma das melhores histórias do Tio Patinhas dos últimos anos e que passa uma mensagem que não tem nada de infantil.doncomputer1

Em 2002, o italiano Giorgio Pezzin produziu “Tio Patinhas e a Nova Economia” (Zio Paperone e la New Economy),publicada no Brasil na revista Tio Patinhas #465, em abril de 2004, pela Editora Abril. Na Itália, a aventura foi publicada na edição #2440 da revista Topolino, de setembro de 2002. A história começa com os tradicionais milionários reunidos no “Clube dos Milionários” e apresentados a um novo sócio que em poucas semanas conseguiu chegar ao terceiro lugar na classificação do clube. E se nada fosse feito, iria alcançar o primeiro lugar ainda naquele ano!

Esse sócio não tinha o perfil tradicional de um milionário. Tratava-se de um adolescente, um menino, que a todos assustou e surpreendeu. O motivo de tanto sucesso era uma pequena empresa de comércio eletrônico que teve suas ações hipervalorizadas em pouquíssimo tempo. Quando perguntado sobre o que era esse tal de “comércio eletrônico”, esse menino arrogantemente disse que não tinha tempo para explicar.

Esse foi o ponto inicial de uma vibrante aventura do Tio Patinhas com o Patacôncio. Com a ajuda de Huguinho, Zezinho e Luisinho, que conheciam alguma coisa de informática e de patonet (sim, a internet de Patópolis é a patonet), Tio Patinhas entra no ramo do comércio eletrônico. E é seguido de perto pelo Patacôncio, que oferece um serviço ainda melhor, e com a vantagem de ser gratuito.

Logo, Tio Patinhas se vê na necessidade de procurar por especialistas para encontrar melhores alternativas para os seus negócios. E vê que precisa lançar mão de novos profissionais, pessoas que entendam das novas tecnologias. Um desses novos profissionais foi “João Kilobyte”, um sujeito muito maluco que trabalhava on-line dentro de um carro, um rapaz ultra-ocupado prestando serviços por um alto valor e atendendo diversos clientes ao mesmo tempo.

E esse profissional aconselhou que Tio Patinhas lançasse novos e originais serviços, mas com a necessidade de serem novos, surpreendentes. Patinhas então procura diversos pequenos empreendedores e obtém um sucesso muito grande. Mas Patacôncio, atento ao que estava acontecendo, procurou tecnologias ainda mais surpreendentes de patonet móvel, que superaram as empresas do Tio Patinhas.

Em pouco tempo, as ações das empresas de tecnologia do Tio Patinhas estavam nas alturas, mas as suas empresas da “velha economia” estavam perdendo valor. Como o próprio Tio Patinhas disse, “o que eu ganho de um lado perco do outro”. Patacôncio teve a mesma percepção, e vendeu antes as suas empresas da “velha economia”, transformando as ações do Patinhas em papel velho.

Exausto com os acontecimentos, Tio Patinhas se recolhe e toma uma das decisões mais surpreendentes dos últimos anos. Lança um programa de televisão, “O Grande Fardo” onde mostra ao vivo na televisão e na patonet a sua vida. Um programa ao estilo Big Brother. Nesse programa, demonstra os prazeres que os produtos produzidos pelas suas empresas da “velha economia” podem proporcionar para as pessoas que os compram.

shop2010-mickey-mouseAs pessoas, que já estavam esgotadas com tantas novidades do mundo frio e sem emoções que se criou na patonet, se empolgaram com a novidade e voltaram a consumir produtos da “velha economia”, o que trouxe enormes prejuízos ao Patacôncio.

Ao final da história Tio Patinhas diz que aprendeu com essa situação que deve usar sim a patonet, mas não como um fim, mas como uma ferramenta. Nas suas palavras: “A Patonet é uma ferramenta como um martelo ou uma furadeira! Podemos usá-la pra construir coisas ótimas, mas não serve pra nada, se não tiver por trás a mente e o trabalho de quem a usa!”

O que essa história têm a ver com a nossa vida real? O famoso incidente do “Estouro da Bolha” é um dos grandes fatos na história da economia mundial, comparável ao crack da bolsa de valores de 1929. Esse incidente deixou as suas marcas e principalmente os seus ensinamentos. Numa situação muito parecida com uma corrida ao ouro, os homens de negócios, em nome de uma rapidez nas operações para aproveitar o momento, esqueceram fundamentos básicos do mundo dos negócios e se lançaram a situações inaceitáveis:

– Bancos começaram a aceitar orçamentos de empresas que já eram planejadas intencionalmente desde o início para não dar lucro.
– Planejaram operações até possíveis, mas muito complexas até para a tecnologia atual, como a possibilidade de um revendedor não manter estoques, apenas intermediar operações de vendas, entregando pedidos aos produtores antes dos produtos serem produzidos, e serem entregues individualmente pelo próprio produtor ao consumidor.
– Disseram que pessoas com menor idade e menos experiência só porque sabiam apertar alguns botões a mais, igualavam-se com pessoas que tinham maior experiência profissional.
– Diversos especialistas produziram artigos onde acreditavam realmente que tratava-se de uma “nova economia”, e ingenuamente procuravam ouro em terrenos imaginários em um ambiente sem limites.
– Os novos negócios, principalmente as empresas “.com” esqueceram dos controles tradicionais, que qualquer empresa deve manter, e passaram a gastar desenfreadamente para atrair consumidores.
– Disseram que qualquer empresa poderia vender às pessoas de todo o mundo, mas esqueceram que os produtos precisam ser transportados em navios ou aviões reais, e que as aduanas de qualquer país cobram impostos.
– Esqueceram que as pessoas têm emoções, necessidades, cultura, e que são elas que formam essa coisa complexa que chamamos de “economia”.

Esse fenônemo foi muito complexo. Assim como o “Crack da bolsa de Nova York”, em 1929, que ainda hoje é lembrado, o Estouro da Bolha será lembrado por muito tempo.

No meio de tudo isso, vemos na obra de Giorgio Pezzin, uma história que comenta esse fenômeno de uma maneira muito simples, descontraída e extremamente lúcida, o que chama a atenção. O autor, além de escritor, é um engenheiro e especialista em internet, por isso, ele conseguiu produzir um roteiro tão correto e criativo ao mesmo tempo. O que particularmente me surpreendeu em sua história, é a exatidão com que os fatos vão sendo apresentados ao leitor, e o relacionamento que ele propõe com a retomada da nova economia através do fenômeno dos programas de observação “Big Brothers”.mickfishcomputer

Essa história, intencionalmente ou não, também traz uma lição de atendimento ao consumidor. Um desenho que chama muito a atenção é o Tio Patinhas ao entrar em sua loja de queijos, ser recepcionado com um belo e generoso pedaço de queijo como amostra. Simplesmente, delicioso! É realmente maravilhoso você entrar numa loja, ser bem recepcionado e tratado com todo o carinho. Uma visita a uma loja com esse serviço é muito melhor que uma visita a um site, onde apenas pode-se ver uma foto com o preço embaixo. As pessoas têm emoções, e o ato de comercializar produtos é uma arte que não pode deixar as emoções humanas de lado.

Mas esse assunto, o estouro da bolha, é um assunto do mundo infantil? Não seria uma trama extremamente sofisticada para essa faixa de idade? Para responder a essas perguntas temos que lembrar que algumas obras de Carl Barks, o criador da Família Pato, também tratavam de assuntos sofisticados do mundo dos negócios e da economia de uma maneira muito criativa.

Então a mensagem que essas histórias passam é muito maior do que a nossa percepção de “coisa de criança”. Sem medo de incorrer em erro, eu classifico as histórias como adultas, universais, que permitem que as crianças também possam ler e se divertir, tanto quanto um adulto.

Quanto a isso, a diretora de redação da Disney Itália, Claretta Muci, diz que a intenção é justamente a de fazer uma ponte entre o mundo infantil e o mundo dos adultos, para que essa ponte possa trazer bons frutos no futuro. Meu colega italiano, Roberto Grimaldi , que também escreveu um artigo sobre a história, disse que iria manter sempre atualizada a
sua assinatura de “Topolino”, já avisando a seu jornaleiro para lhe ligar imediatamente após a revista chegar na banca.

DisneyEu não posso deixar de ler Tio Patinhas! E você?

Categoria: KiSuco Sobre: Gibis, HQ, Mangás, Desenhos animados, Programas infantis, Brinquedos Autor: Alexandre Saramelli nascido na cidade de São Paulo, é contador formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo e mestre profissional em Controladoria pela mesma Universidade. Atuou em empresas nacionais e internacionais de médio a grande porte como contador em áreas de custos e orçamentos e foi consultor em sistemas de controladoria da desenvolvedora alemã SAP. Atualmente é professor adjunto na Universidade Paulista e consultor empresarial. Como entusiasta de tecnologia da informação e ambientes altamente informatizados, é um incentivador da pesquisa, difusão e uso eficiente e intensivo das modernas ferramentas de gestão, “transferência de conhecimento”.

Categoria: KiSuco
Sobre: Gibis, HQ, Mangás, Desenhos animados, Programas infantis, Brinquedos
Autor: Alexandre Saramelli nascido na cidade de São Paulo, é contador formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo e mestre profissional em Controladoria pela mesma Universidade.
Atuou em empresas nacionais e internacionais de médio a grande porte como contador em áreas de custos e
orçamentos e foi consultor em sistemas de controladoria da desenvolvedora alemã SAP.
Atualmente é professor adjunto na Universidade Paulista e consultor empresarial.
Como entusiasta de tecnologia da informação e ambientes altamente informatizados, é um incentivador da
pesquisa, difusão e uso eficiente e intensivo das modernas ferramentas de gestão, “transferência de conhecimento”