A História do Black Sabbath

Black Sabbath

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Sempre, nos primórdios de algum importante acontecimento histórico, é muito difícil se imaginar o impacto real que aquilo terá ou deixará de ter para os eventos subsequentes, e para todas as gerações futuras – algumas coisas são simplesmente efêmeras; outras, nem tanto, relativamente; e outras ainda, nos confiscam uma atenção e uma emoção desmedidas, que terminam por fazer-nos entender, freqüentemente muitos anos ou décadas depois, como a história estava se fazendo ali, naquele instante mágico, sem ninguém perceber. Assim, com certeza, as hordas e tribos de milhões de adolescentes, adultos ou coroas, disseminadas ao redor do mundo todo, podem muitas vezes se esquecer, ou não se dar conta, de certas situações e fatores que levaram o gênero musical que eles tanto curtem – o rock pesado, carinhosamente apelidado de “rock pauleira”, por muitos – a atravessar o limbo das idéias fantásticas e irrealizáveis, para chegar aos aparelhos de som e toca-discos de todo o mundo despejando decibéis incríveis de criatividade e energia sobre tímpanos e mentes incrédulas com tal invenção! Como reza a velho clichê: pode ser que muitos já tivessem passeado por tal praia, e molhado os pés nesse mar vigoroso – Cream, Jimi Hendrix, Blue Cheer, e muitos mais. Mas nada faria tal experiência sair tão assombrosa e envolvente quanto as reminiscências sujas e rebeldes de quatro garotos recém-saídos de uma das mais entediantes e lúgubres cidades industriais do norte da Inglaterra… E é o que constataremos aqui.

Categoria: Espaço Carmen Miranda Subcategoria: Sabra Cadabra Sobre: Heavy Metal Autor do texto: Denio Alves

Categoria: Espaço Carmen Miranda
Subcategoria: Sabra Cadabra
Sobre: Heavy Metal
Autor do texto: Denio Alves

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E Lemmy finalmente se foi…

lemmy-kilmister-vocalista-e-baixista-do-motorhead-1945-2015-1451386330375_956x500Enfim, aconteceu. Lemmy se foi.

Relatos de amigos muito próximos dizem que um dia depois do Natal ele recebeu a notícia de que tinha um câncer muito agressivo. Tenho certeza absoluta que ele disse a si mesmo: “ah, foda-se! Agora chega! Não vou aguentar mais esta merda. Para mim, deu…” e, durante três dias, ele deu a ordem ao seu corpo: pare de funcionar! E Lemmy era tão poderoso que seu próprio corpo não teve coragem de contrariá-lo.

Meses atrás eu escrevi um artigo – que você pode ler aqui -, antecipando-me em homenageá-lo. Em vida. Não agora, em que as redes sociais estão congestionadas por pêsames e lamentações que o próprio Lemmy daria risadas. Na época em que escrevi o texto, muita gente me xingou pela ousadia de dizer aquilo que ninguém queria acreditar. Hoje, recebo de volta o reconhecimento por ter tido a coragem de expor a verdade do que estava acontecendo com ele por intermédio de um monte de gente relembrando este texto nas mesmíssimas redes sociais. Para outras pessoas, seria uma bela “lambida no ego”. Para mim, isto não tem a menor importância. O que penso neste exato momento é que Lemmy se foi e ficamos privados de ouvir novamente a voz de Deus caso Ele fosse chegado em um litro de uísque e dois maços de cigarro todo santo dia.

Como prometi anteriormente no texto que escrevi, não vou homenageá-lo agora que ele morreu. Já fiz isto enquanto ele estava vivo. Quero acreditar que ele agora está aqui ao meu lado, com um copo de Jack Daniels e Coca-Cola em uma mão, um cigarro na outra, com as indefectíveis botas brancas e jaqueta de couro surrada, dizendo em meu ouvido “Viu como vale a pena ser genuíno, cagar e andar para o que as pessoas pensam ou esperam de você e viver do jeito que se deve?”

Sempre foi divertido pensar que Lemmy, Keith Richards, Ozzy Osbourne e Iggy Pop seriam os únicos a pisar nas baratas sobreviventes a uma hecatombe nuclear que mataria a todos nós, menos a eles. Hoje isto não é mais engraçado. Nenhum deles é imortal. Um dia, estaremos aqui lamentando a partida de cada um. Que pena…

Deixa eu tomar o meu “Jack ‘n’ Coke” agora. Saúde, Lemmy!

Categoria: Espaço Carmen Miranda Subcategoria: Sabra Cadabra Sobre: Heavy Metal Fonte: Regis Tadeu

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Subcategoria: Sabra Cadabra
Sobre: Heavy Metal
Fonte: Regis Tadeu

 

R.I.P Phil “Animal” Taylor

Lemmy e Phil

Lemmy e Phil

Em entrevista à Classic Rock, Lemmy comentou a morte do baterista Phil “Animal” Taylor.

“Estou me sentindo muito, muito triste no momento, na verdade, devastado, porque um dos meus melhores amigos morreu ontem. Eu já sinto falta dele. Seu nome era Phil Taylor, ou Philthy Animal, e ele foi nosso baterista duas vezes em nossa carreira.

Agora ele morreu e realmente fico puto que morra alguém como ele e George Bush ainda esteja vivo. É de fazer pensar.

Ainda vamos em frente, vamos em frente com força. Foram Wurzel e agora Filthy. É uma vergonha, cara. Eu acho que esse negócio de rock’n’roll faz mal para a vida humana.”

Ozzy Osbourne prestou em suas redes sociais a sua homenagem, ao estilo Madman, a Phil “Animal” Taylor, lenda do Motorhead, que faleceu anteontem.

“É uma terrível, uma terrível perda. Ele era um grande amigo – grande baterista – e grande cara cuja perda vai ser muito sentida. Hoje é um dia muito triste para mim. Descanse em paz – e ele ainda me deve $500 por aquela vez em Vegas.”

Nascimento: 21 de setembro de 1954, Hasland, Reino Unido
Falecimento: 11 de novembro de 2015

Categoria: Espaço Carmen Miranda Subcategoria: Sabra Cadabra Sobre: Heavy Metal Fonte: Whiplash

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Sobre: Heavy Metal
Fonte: Whiplash

Vídeo

Black Sabbath: More addictive than heroin or pussy

Black Sabbath: More addictive than heroin or pussy

A citação acima, de Al Jourgensen, está no disco tributo ao Black Sabbath Nativity in Black de 1994, e abre um trecho do Livro Passa lá em casa. 

INFORMAÇÃO aqui

Atrações: Ministry
Capacidade: 3200 pessoas
Ar-condicionado
Acesso à deficientes.

Informações e compra de ingressos

SETORES PREÇOS
PISTA 1º Lote (meia-entrada) R$ 100,00
PISTA 2º Lote (meia-entrada) R$ 120.00
PISTA 3º Lote (meia-entrada) R$ 140.00
MEZANINO (meia-entrada) R$ 160.00
CAMAROTE (meia-entrada) R$ 200.00

Vendas
As vendas de ingressos iniciam-se a partir do dia 08 de Outubro.

Online
Vendas online somente pela Ticket 360 – https://www.ticket360.com.br/evento/3478/ministry.
* Sujeito a taxa de serviço.
Call- center: (11) 2027-0777

Pontos de venda

Categoria: Espaço Carmen Miranda Subcategoria: Sabra Cadabra Sobre: Heavy Metal

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Subcategoria: Sabra Cadabra
Sobre: Heavy Metal

Bilheteria Oficial Ticket 360 (Sem Taxa de Serviço)
Av. Francisco Matarazzo, 694 – 05001-000, Água Branca – São Paulo – SP
Horário de Funcionamento: das 11:00 às 19:00.

PARANOID DISCOS –LOJAS 306/315
End.: Rua Vinte e Quatro de Maio, 62 – República – Centro – São Paulo.
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 10h às 18h30. Sábados, das 10h às 18h.
Forma de pagamento: SOMENTE DINHEIRO * sem taxa de conveniência

MUTILATION RECORDS – LOJA 370
End.: Rua Vinte e Quatro de Maio, 62 – República – Centro – São Paulo.
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 10h às 18h30. Sábados, das 10h às 18h.
Forma de pagamento: SOMENTE DINHEIRO * sem taxa de conveniência

Consulte demais pontos de venda no link: https://www.ticket360.com.br/ponto-de-venda

Tapetum Lucidum – Hélcio Aguirra

Você está vivo

Todo meu respeito[1]


[1] A velha mistura – Golpe de Estado;

Pra quem não é perfeito Cheio de defeitos Você esta vivo Todo meu respeito Viver na ilusão, nessa ficção Cheio de luz, nessa escuridão Atrapalham sua oração Atrapalham seu beijo Todo seu desejo A velha mistura Te mata e te cura Te alegra e te deixa com medo A velha mistura te mata e te cura Acaba com você mais cedo Pra todos efeitos Esse seu jeito É também toda sua verdade Sua defesa, sua necessidade Deixar acontecer O que não aconteceu Porque? Cuspir no prato que comeu Procura conforto na hora do aborto Então um aplique a mais Quem sabe você se dá bem É um aplique a mais Compra de uma falsa paz Porque um aplique a mais Se o mundo roda, roda pra traz A Velha mistura - Golpe de Estado

Pra quem não é perfeito
Cheio de defeitos
Você esta vivo
Todo meu respeito
Viver na ilusão, nessa ficção
Cheio de luz, nessa escuridão
Atrapalham sua oração
Atrapalham seu beijo
Todo seu desejo
A velha mistura
Te mata e te cura
Te alegra e te deixa com medo
A velha mistura te mata e te cura
Acaba com você mais cedo
Pra todos efeitos
Esse seu jeito
É também toda sua verdade
Sua defesa, sua necessidade
Deixar acontecer
O que não aconteceu
Porque? Cuspir no prato que comeu
Procura conforto na hora do aborto
Então um aplique a mais
Quem sabe você se dá bem
É um aplique a mais
Compra de uma falsa paz
Porque um aplique a mais
Se o mundo roda, roda pra traz
A Velha mistura – Golpe de Estado

Uma das poucas bandas nacionais que aparecem no livro Passa lá em casa é justamente o Golpe de Estado. Nunca gostei de Legião Urbana e sempre achei, como a maioria dos críticos, que o Golpe não teve o lugar que merece na cena rocker brasileira. A principal trilha sonora é a música brasileira feita na primeira metade do século XX, leia-se: Carmen Miranda, Dorival Caymmi, Lupicínio Rodrigues, Nelson Gonçalves, com raras exceções. The Cure ali, Julian Casablancas acolá. Já tinha finalizado o livro, ou acreditei que tinha, quando ano passado depois de tanto tempo alguém teve a dignidade de tocar Golpe de Estado. Tinha esquecido ou estava inerte em minha mente, o quanto a banda é legal. Sempre gostei de pessoas que tem uma visão lucida do país em que vivemos, Ultraje a Rigor, Ira, Camisa de Vênus, Raul Seixas ou mesmo Cazuza, em doses moderadas é claro.

Mas voltando no dia em que ouvi A velha mistura corri para o livro e assinalei onde a frase ficaria bacana encabeçando um trecho do livro. O subtítulo desse trecho é: Tapetum lucidum 2[1].


[1] Tapetum lucidum, uma capa de células refletoras situadas por detrás da retina. Estas células refletem os raios de luz que não foram absorvidos no primeiro impacto, concedendo assim aos cones e aos bastonetes da retina uma segunda oportunidade. Estes também são os responsáveis de que os olhos dos gatos brilhem no escuro, já que qualquer pequena luz que recebam se reflete pela retina.

O texto narra aproximadamente o final ou inicio da década de 40. O lugar é uma praia em Santa Monica na Califórnia. Os personagens são Carmen Miranda, Cary Grant, Marilyn Monroe, Greta Garbo e o mordomo de minha vampira, Albert. Eles acabam se deparando com objetos inesperados encontrados nas águas.

Albert corria de braços abertos para as águas. Ele achou um fêmur.

Carmen corria de braços abertos para as águas. Ela achou uma caveira.

Garbo não corria de braços abertos para as águas. Ela preferia ficar sozinha na areia. E por isso mesmo não achou nada.

O acontecimento não se resume num crânio ou fêmur e sim a quem pertenceu àqueles ossos, coisa que o zumbi Albert sabe ao olhar para proporções fora do normal.

Hélcio Aguirra 03 de Março de 1959 – 21 de Janeiro de 2014

Uma pequena homenagem!

Categoria: Espaço Carmen Miranda Subcategoria: Sabra Cadabra Sobre: Heavy Metal

Categoria: Espaço Carmen Miranda
Subcategoria: Sabra Cadabra
Sobre: Heavy Metal

Dia internacional do Slayer

A primeira vez que ouvi falar de Slayer foi na revista Metal. Lembro até hoje da foto. Lembro que tinha medo de ouvir a banda por seu teor satânico, mas isso passou. Veio então às guitarras rápidas de Kerry King e Jeff Hanneman, a técnica e rapidez de Dave Lombardo e os gritos de Tom. Que bobagem não ter ouvido os caras desde sempre, afinal era tudo que uma adolescência conturbada e infeliz precisava, de altas doses de ódio, revolta e sangue. Você compra um CD do Slayer sabendo que ele não vai te decepcionar com baladinhas ou som experimental, é porrada do começo ao fim. Nos dois últimos anos estive atenta para as mudanças da banda, principalmente o problema de Hanneman.

Jeff Hanneman, Tom Araya e Kerry King ao fundo

Jeff Hanneman, Tom Araya e Kerry King ao fundo

Em janeiro de 2011, o guitarrista contraiu Fasciite Necrosante, provavelmente por meio de uma picada de aranha. Desde então o guitarrista passou por cirurgia, enxertos de pele, e reabilitação intensa. Isso o impediu de excursionar com a banda durante dois anos. Segundo Jeff, ele estava na banheira de hidromassagem de um amigo. Em dezembro, Hanneman concebeu uma entrevista para Classic Rock, do Reino Unido:

“Eu nem senti” ele disse. “Mas uma hora depois, eu sabia que eu estava doente.” Durante o caminho para o hospital, em suas palavras “Eu podia ver a carne apodrecendo”, ele recorda. “Meu braço estava muito quente. Quando cheguei na emergência, agradeci a Deus que a enfermeira reconheceu de imediato o que era que estava acontecendo. Por coincidência, apesar de ser uma doença muito rara, ela tinha visto um caso pouco antes. Naquele momento, eu estava a uma hora da morte”.
durante esse tempo, Gary Holt do Êxodos substitui temporariamente o guitarrista.

O Slayer foi formado em Huntington Park, Califórnia em 1981. A banda foi fundada pelos guitarristas Jeff Hanneman e Kerry King. Adquiriu fama a partir de 1986, com o álbum Reign in Blood, e é considerado como parte do Big Four of Thrash: as quatro maiores bandas de thrash metal de todos os tempos, juntamente com Metallica, Megadeth e Anthrax. Prefiro pensar em cinco, mais Testament.

Acredito que era essa a foto que estava na extinta revista Metal. Da esquerda para direita: Dave Lombardo, Jeff Hanneman, Tom Araya e Kerry King, um dos pilares do thrash...

Acredito que era essa a foto que estava na extinta revista Metal. Da esquerda para direita: Dave Lombardo, Jeff Hanneman, Tom Araya e Kerry King, um dos pilares do thrash…

O estilo musical de Slayer envolve rápidos trêmulos, variados solos de guitarra, bumbo duplo na bateria e vocais pesados. As letras e arte dos álbuns se baseiam em temas como serial killers, satanismo, religião e a guerra, o que levou a gerar diversos problemas ao longo da história da banda, como proibições de álbuns, atrasos em turnês, processos judiciais, além de ser constante alvo de críticas de grupos religiosos.

Sua rapidez e poderio instrumental que combinavam hardcore punk e speed metal. Reign in Blood é o álbum mais rápido deles, gravado com uma média de 250 batidas por minuto. Já em 2001, God Hates Us All foi gravado com guitarras de 7 cordas, sendo considerado por alguns fãs como um som próximo ao nu metal.

Os solos de King e Hanneman foram categorizados como “caóticos e incrivelmente geniais”. Dave Lombardo usa dois bumbos ao invés de pedais duplos e um bumbo. A agressividade e velocidade de Lombardo fez com que ele ganhasse o título de padrinho do bumbo duplo pela revista Drummerworld, sendo este peça chave no som da banda.

Desde seu álbum de estreia em 1983, a banda lançou dois álbuns ao vivo, um box, seis videoclipes, dois EPs e onze álbuns de estúdio, cujo quatro deles receberam disco de ouro pela RIAA. A banda recebeu quatro nomeações para o Grammy, ganhando uma em 2007 para a canção “Eyes of the Insane”, e outra em 2008 para a canção “Final Six”.

Na última apresentação de Jeff com a banda, ele reclamou justamente da rapidez em que as músicas são tocadas, o que o impossibilitava de tocar boa parte delas. Como disse vinha acompanhando a melhora ou piora do guitarrista. Daí muito me surpreendeu a morte Hennamen no dia 2 de Maio de 2013. Ate mesmo os membros da banda foram pegos de surpresa.

As quatro bandas completas

As quatro bandas completas, Big Four

Mas esta não foi a única noticia ruim sobre o Slayer. A banda no inicio do ano demitiu o mitológico baterista Dave Lombardo. Pela terceira vez Lombardo é expulso da banda por motivos financeiros. Mesmo assim Dave tinha esperanças de retornar até o momento que soube pela internet que definitivamente foi substituído por Paul Bostaph.

Falando com Nikki Blank da estação de rádio 107.7 de São Francisco, Califórnia, Paul disse: “Estou empolgado por estar de volta. Já se passaram sei lá quantos anos desde a última vez que toquei com eles… Eu acho que 12 anos ou algo assim.

Tem sido muito, muito legal voltar à sala e tocar algumas das músicas. As músicas do Slayer são épicas e incríveis. Então,

tem sido ótimo. Tivemos muitos bons anos juntos quando eu estava com eles – eu me diverti muito com eles- e espero continuar tudo isso. Então espero ansiosamente”.

No site oficial da banda foi postado o seguinte anuncio:

“O Slayer está devastado em ter que informar que seu colega de banda e irmão, Jeff Hanneman, faleceu por volta de 11:00 desta manhã perto de sua casa no sul da Califórnia. Hanneman estava em um hospital da área quando sofreu insuficiência hepática. Ele deixa sua esposa, Kathy, sua irmã Kathy e seus irmãos Michael e Larry, e fará muita falta.”

A Big Four of Thrash: Dave Mustaine do Megadeth, Scott Ian do Anthrax, James Hetfield do Metallica e Kerry King do Slayer

A Big Four of Thrash: Dave Mustaine do Megadeth, Scott Ian do Anthrax, James Hetfield do Metallica e Kerry King do Slayer

Regis Tadeu fez uma homenagem ao guitarrista em seu blog;

Andre Barcinsk;

Andreas Kisser;

Vários artistas também lembraram o guitarrista, desde Slash, passando por membros do Motley Crue, Machine Head, Testament e outros.

Qual a causa da morte?

A banda postou em seu site o seguinte comunicado:

“Acabamos de saber que a causa oficial da morte de Jeff foi cirrose alcoólica. Enquanto ele lutava por sua saúde ao longo dos anos, incluindo a recente infecção denominada fasciíte necrotizante que acabou com o seu bem-estar, Jeff e pessoas próximas a ele não estavam cientes da verdadeira extensão da sua doença hepática, até os últimos dias de sua vida. Ao contrário de alguns relatos, Jeff não estava em uma lista de transplantes no momento da sua morte, ou em qualquer momento antes disso. Na verdade, por todas as contas, parecia que ele estava melhorando – ele estava animado e ansioso para trabalhar em um novo álbum”.
Para o funeral de Hanneman, uma igreja evangélica de desocupados, prometeram manifestações no local.

Mas hoje é um dia especial para os fãs da banda, é comemorado nos EUA Dia internacional do Slayer.

Seguindo a morte do guitarrista do Slayer Jeff Hanneman, os organizadores do Dia Internacional do SLAYER  – uma data comemorativa da banda que ganhou vida em 06/06/06 – anunciaram uma mudança no status da celebração deste ano, que pode se tornar o “primeiro feriado de heavy metal do mundo”.

“Com o falecimento de Jeff Hanneman, seria razoável supor que a celebração para 2013, do Dia Internacional do Slayer, fosse mais triste”, disse o porta-voz e CEO do Dia Internacional do Slayer, Jim Tate, “mas nada poderia estar mais longe da verdade.”. Ele acrescentou que o significado do Dia Internacional do Slayer vai muito além do Slayer.

Pois é, no café da manhã, no almoço e janta e mais um gole para dormir...

Pois é, no café da manhã, no almoço e janta e mais um gole para dormir…

“O mundo lá fora foi novamente forçado a contar com a gente como um movimento cultural, quando reconheceu a perda de uma das figuras mais importantes do metal, por isso seria um erro simplesmente parar com tudo. Jeff fez a música ficar mais alta e desafiadora, e nós devemos continuar a manter esse padrão na forma de comemorar e representar a comunidade”, disse Tate.

Muitos críticos veem o Slayer como uma banda de metal arquetípica por causa de sua abordagem intransigente, sua temática mitológica combinando com a tecnologia e o ocultismo, e sua perseguição sem remorso de um estilo de vida além do que a sociedade moderna considera normal. Na verdade, alguns consideram o Slayer os salvadores do heavy metal.

O CTO do Dia Internacional do Slayer, Dag Hansen, falou sobre esse ponto. “A pizza não foi inventada na Itália, restaurantes de comida chinesa foram criados em Nova York, o molho de Sri Racha foi criado na Califórnia, fornos holandeses não são holandeses e batatas fritas (french fries) não tem nenhuma relação com a França”, disse Hansen. “Nós não queremos que metal se torne uma outra cultura absorvida pela máquina de dinheiro e se transforme em uma pálida imitação de si mesmo”.

“Nós, do Dia Internacional do Slayer, pedimos que voltem a se levantar em nome do Slayer, em nome do metal, e em nome de Jeff Hanneman, e façam que o resto do planeta se lembrem que estamos aqui, e que isso não desapareça tão cedo”, disse Tate. “A boa música é heroica e imortal, e agora mais do que nunca, a música do Slayer é exatamente isso. Eles criaram hinos de batalha que muitos de nós usamos para navegar pela vida, aqueles que continuarão a depender de como os próximos dias virão a ficar cada vez mais sombrios. Nós não podemos deixar que essas obras desapareçam com o tempo. Às vezes é difícil lembrar que Slayer é composto por homens mortais como nós, mas com a dedicação adequada e boa administração, suas obras podem durar milhares de anos e se juntar às fileiras de mestres como Beethoven e Wagner. Isto é o que devemos nos esforçar para fazer, insistindo em bandas como o Slayer, para nós e para as futuras gerações”.

Lembrando a todos os leitores que assim como todos os anos, este ano o Dia Internacional do Slayer será na mesma data, com a mesma agenda. “Junte-se a nós. Nunca é tarde demais para fazer sua voz ser ouvida. O metal é a missão, o Slayer é a nossa arma. No dia 06 de junho, fique conosco para celebrarmos o tanto quanto pudermos”, disse Tate.

“Não vão trabalhar, ouçam SLAYER!”

Capa lindona em homenagem a Jeff Hanneman.

Capa lindona em homenagem a Jeff Hanneman. “O palco ficou um pouco mais escuro“. Dave Mustaine

Categoria: Espaço Carmen Miranda Subcategoria: Sabra Cadabra Sobre: Heavy Metal

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