Vídeo

Demorou!!!

Dublagem de João Gordo…

Mais sobre o filme aqui

Categoria: Sereias, Vanuccia não é Ariel Sobre: Cinema, vídeo e audiovisual

Categoria: Sereias, Vanuccia não é Ariel
Sobre: Cinema, vídeo e audiovisual

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25 anos sem Garbo

“Minha vida foi uma travessia de esconderijos, portas traseiras, elevadores secretos, e todas as maneiras possíveis de passar despercebida para não ser incomodada por ninguém” Garbo
Greta Garbo e Frederic March em Anna Karenina 1935

Greta Garbo é o retrato da mulher reclusa. Por conta disso, um fascínio muito grande foi gerado a sua volta. Nascida em 1905, em Estocolmo, Greta Garbo foi eleita pelo Instituto Americano de Cinema como a quinta maior lenda da história da sétima arte. Dos seus 84 anos, Garbo viveu cerca de 50 longe dos holofotes. Consta que quando se mudou para Nova York, ela adotou o nome de Harriet Brown e passou a se dedicar à jardinagem. Ao longo de toda sua vida, ela só concedeu 14 entrevistas. Morreu de pneumonia no dia 15 de abril de 1990

Greta Garbo é o retrato da mulher reclusa. Por conta disso, um fascínio muito grande foi gerado a sua volta. Nascida em 1905, em Estocolmo, Greta Garbo foi eleita pelo Instituto Americano de Cinema como a quinta maior lenda da história da sétima arte. Dos seus 84 anos, Garbo viveu cerca de 50 longe dos holofotes. Consta que quando se mudou para Nova York, ela adotou o nome de Harriet Brown e passou a se dedicar à jardinagem. Ao longo de toda sua vida, ela só concedeu 14 entrevistas. Morreu de pneumonia no dia 15 de abril de 1990

Certa vez disseram que um rosto como o seu só aparece uma vez a cada mil anos

Certa vez disseram que um rosto como o seu só aparece uma vez a cada mil anos

Garbo não permitia que assistissem suas gravações, exceto a equipe técnica. Aqui em cena com Robert Taylor para o filme Camille 1935

Garbo não permitia que assistissem suas gravações, exceto a equipe técnica. Aqui em cena com Robert Taylor para o filme Camille 1935

Categoria: Sereias, Vanuccia não é Ariel Sobre: Cinema, vídeo e audiovisual Imagem em destaque: Greta Garbo por Allen Glass

Categoria: Sereias, Vanuccia não é Ariel
Sobre: Cinema, vídeo e audiovisual
Imagem em destaque: Greta Garbo por Allen Glass

Greta Garbo é tida como uma das maiores se não a maior atriz de todos os tempos. Daí o interesse de alguns atores em vê-la trabalhar.

Greta Garbo é tida como uma das maiores se não a maior atriz de todos os tempos. Daí o interesse de alguns atores em vê-la trabalhar

Ela não está acostumada…

Odete dedicou grande parte de sua vida ao teatro e ao cinema. Nos palcos, atuou em peças como “Liberdade, Liberdade”, de Millôr Fernandes e Flávio Rangel, e “Se Correr o Bicho Pega, se Ficar o Bicho Come”, de Ferreira Gullar e Vianinha.
Seu primeiro filme foi “O Gato de Madame”, com Mazzaropi. Seguiu a carreira no cinema se arriscando em diversos gêneros e atuações: entre as chanchadas “Absolutamente Certo” (1957) e “Dona Xepa” (1959), o argentino “Sábado a la Noche” (1960), o drama de Nelson Rodrigues “Bonitinha, mas Ordinária” (1963), o Cinema Novo de “Copacabana me Engana” (1968), o experimental “O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro” (1969), de Gláuber Rocha, o musical “Quando o Carnaval Chegar” (1972), de Cacá Diegues, a comédia “Vai Trabalhar, Vagabundo!” (1973), de Hugo Carvana, e o erótico “O Princípio do Prazer” (1979) – seu último trabalho antes de abandonar a carreira.

Matéria completa aqui.

Odete Lara (São Paulo, 17 de abril de 1929 – Rio de Janeiro, 4 de fevereiro de 2015).

Categoria: Sereias, Vanuccia não é Ariel Sobre: Cinema, vídeo e audiovisual Imagem em destaque: Odete Lara posando na Cadeira Bowl, projetada por Lina Bo Bardi (1953)

Categoria: Sereias, Vanuccia não é Ariel
Sobre: Cinema, vídeo e audiovisual
Imagem em destaque: Odete Lara posando na Cadeira Bowl, projetada por Lina Bo Bardi (1953)

Para os meus irmãos com amor… E para você também

Os Melhores Filmes de Todos os Tempos, de Alan Smithee, 1995.

Os Melhores Filmes de Todos os Tempos, de Alan Smithee, 1995.

Sinceramente, perdi as contas de quantas vezes assisti a esse filme. Há alguns anos nossa TV tinha pifado e pelo jornal descobrimos que ele ia passar durante a madrugada. O que fizemos? Atravessamos a rua as 3:00 horas para mais uma sessão na casa da vizinha.

Depois compramos o DVD, dois exemplares, e não tem 1 ano que passe sem que a gente reveja essa maravilha. Eu já assisti duas vezes esse ano e você?

Detalhe, todos nós assistimos a essa bela homenagem de George Lucas e Steve Spielberg desde 1986, onde eles apresentam um Sherlock Holmes e John Watson ainda adolescentes.

tom-jerry-sherlock-disneyscreencaps.com-

 Estados Unidos
1985 •  cor •  109 min
Direção Barry Levinson
Produção Mark Johnson
Henry Winkler
Steven Spielberg
Roteiro Arthur C. Doyle (personagens)
Chris Columbus
Género aventura
Música Bruce Broughton
Direção de fotografia Stephen Goldblatt
Figurino Raymond Hughes
Edição Stu Linder
Companhia(s) produtora(s) Paramount Pictures
Amblin Entertainment
Industrial Light & Magic
Distribuição Paramount Pictures
Idioma inglês

peanutSinopse

Em 1870, na Londres vitoriana, várias pessoas, após serem atingidas por um dardo, são afetadas por alucinações, as quais acabam por levá-las à morte.

É dentro deste contexto que Sherlock Holmes (Nicholas Rowe) e John Watson (Alan Cox) se conhecem, quando ainda são adolescentes e estudam numa escola pública inglesa, sendo que nesta mesma época Holmes soluciona o seu primeiro caso.

Classicos21Elenco

A amante das xoxotas

Então não são mais vampiras?

Não.

Legal. Mas ainda são lésbicas? Que sacanagem

Oriunda do mal alimentado pelo odio dos homens e o amor das mlheres, seu nome Carmilla a rainha vampira

Oriunda do mal, alimentado pelo ódio dos homens e o amor das mulheres, seu nome, Carmilla, a rainha vampira

Estava com meu amigo Moredson quando vi o poster, numa vídeo locadora, do filme Matadores de vampiras lésbicas. Foi na Rua Martins Fontes e estava um dia lindo em 2009 ou 2010. Já tinha começado a escrita do livro Passa lá em casa e o tema me atraiu por questões obvias. Deveria ter toda forma de referencia no tema vampirismo, e se tem algo que não sai de moda, é vampiro. O tempo correu e no ano de 2012 após ver videos que não me lembro no You tube, me deparei com o filme. Ótimo! Vamos ver isso.

Quem me conhece sabe que sou um tanto lerda, e era uma comédia. Logo no começo tive que dar uma pausa, reconheci a voz do João Gordo, que certa vez nos idos dos anos 90 deu um autografo super fofo para minha mãe Izilda. Sim, era o João Gordo, tanto melhor. Essa é uma das poucas exceções que vale a pena ver dublado.

Adorei o filme logo de inicio. Segue a sinopse:

Posters do EUA, França e Grécia

Posters do EUA, França e Grécia

Fletch (James Corden) perdeu o emprego e Jimmy (Mathew Horne) a namorada. Com as férias chegando e sem planos de aonde ir a dupla decide passar um final de semana no campo tomando cerveja e respirando ar puro. Porém, nada acontece como planejado. Depois de muitas confusões a dupla se vê presa num vilarejo onde as mulheres são vítimas da lendária maldição das Vampiras Lésbicas. Muita diversão, dentes pontiagudos e lindas mulheres estarão no caminho destes amigos. Diante desta situação é preciso coragem para superar seus medos, e também seus sonhos, e tornar-se um dos Matadores de Vampiras Lésbicas.

Poster do filme no EUA, Inglaterra e Suécia

Poster do filme no EUA, Inglaterra e Suécia

O filme foi um dos 300 exibidos no Festival do Rio 2009. Na 11° edição do festival trouxe filmes do mundo inteiro incluindo Matadores...

É interessante notar uma das mais fortes referencias ao tema vampiro, ou uma das melhores estórias de vampiro já escrita, no caso Carmilla. Aqueles que pesquisam sobre vampirismo logo se depara com essa obra que é anterior a Drácula. Para a maioria dos estudiosos em literatura, trata-se de obra superior a de Bram Stoker.

Sobre a obra, Cris Rangel comenta o seguinte:

“A maior referência, em ambos os casos, ainda é o famoso Drácula, do irlandês Bram Stoker, publicado em 1897 e escolhido como base para uma infinidade de filmes, roteiros e séries de TV. Talvez seja esta a obra literária que teve o maior número de adaptações em toda a história do cinema.

O que pouca gente sabe é que, mesmo tendo se tornado um ícone vampiresco para a realização de diversas obras, antigas e recentes, Drácula não foi o primeiro vampiro da literatura.

O primeiro vampiro foi, na verdade, uma vampira. Carmilla, nome que dá título ao conto do também irlandês Sheridan Le Fanu, foi publicado em 1871, dois anos antes da morte de seu autor e quase três décadas antes de Drácula.

A obra de Le Fanu teria, à época, influenciado diretamente a de Stoker. A comprovação disso é possível com a leitura de “O Convidado de Drácula”, um esboço do início do romance de Stoker, preservado e postumamente publicado e que traz nuances que demonstram claramente a inspiração em Carmilla.

No conto original Le Fanu usa metáforas que deixam clara a influência e o fascínio que a jovem Carmilla Karnstein causa nos homens e mulheres de uma família aristocrática, sugerem o erotismo e sedução da personagem, além de uma beleza incomparável”.

Leia a matéria sobre Carmilla, na integra aqui.

Ao retornar o barão descobriu que os encantos de Carmila tinham seduzido sua linda esposa Eva e a transformado em uma amante das vaginas

Ao retornar, o barão descobriu que os encantos de Carmilla tinham seduzido sua linda esposa Eva, e a transformado em uma amante das vaginas

Uma das questões, ditadas acima, que permeiam a novela, é uma tênue trama do amor lésbico. Apesar que, a maioria dos estudiosos tratam esse tema com pouca importância. Lembrando, para sair um beijo gay em novela, é feita uma pesquisa antes. Pela resposta negativa da maioria das donas de casa, não da para exigir de um texto escrito em meados de 1870 uma relação mais explicita que a sugerida. O texto não apenas deixa claro a intenção amorosa da vampira, como a impressão que ocorreu outras vezes. A personagem que mais tentei aproximar da figura gótica de Carmilla, é Yvian. Sobre essa questão, discorrerei mais tarde na página: Vampiras, Yvian não é Carmilla.

O trecho que abre esse post, encabeça uma das histórias finais de Passa lá em casa. Um momento decisivo e angustiante que amenizo com o diálogo acima.

Recomendo o filme, despretensioso e descaradamente trash. Vale assistir a versão dublada, coisa que recomendo pouco. Com a voz do inconfundível do João Gordo, fica melhor.

e com isso ele arrancou a cabeça da vaca.

Categoria: Sereias, Vanuccia não é Ariel Sobre: Cinema, vídeo e audiovisual

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