Christopher Lee

Foi divulgado hoje a morte de Christopher Lee.

Homenagem de Tony Iommi à Christopher Lee

Homenagem de Tony Iommi à Christopher Lee

De acordo com o site Uol “o anúncio da morte de Lee demorou a sair porque a mulher do ator, a ex-atriz e modelo dinamarquesa Gitte Lee (nascida Birgit Kroencke) decidiu esperar até que todos os parentes próximos fossem avisados. O casal ficou junto por mais de 50 anos e teve uma filha, Christina Erika Lee, hoje com 53 anos.” Matéria completa: Famoso por Drácula e Saruman, ator Christopher Lee morre aos 93 anos.

Cena do filme de Billy Wilder The Private Life of Sherlock Holmes (A vida íntima de Sherlock Holmes). A partir da esquerda: Colin Blakely no papel de John Watson, Christopher Lee como irmão de Sherlock, Mycroft Holmes e Robert Stephens no papel do detetive. Depois faço um post sobre essa maravilha pouco conhecida

Cena do filme de Billy Wilder The Private Life of Sherlock Holmes (A vida íntima de Sherlock Holmes) 1970.
A partir da esquerda: Colin Blakely no papel de John Watson, Christopher Lee como irmão de Sherlock, Mycroft Holmes e Robert Stephens no papel do detetive.
Depois faço um post sobre essa maravilha pouco conhecida

Christopher Frank Carandini Lee

27 de maio de 1922 (Londres, Inglaterra)

7 de junho de 2015 com a idade de 93 anos

Drácula: O Príncipe das trevas - 1966

Drácula: O Príncipe das trevas – 1966

Fica na lembrança que Vampiros não morrem…

Categoria: Sereias, Vanuccia não é Ariel Sobre: Cinema, vídeo e audiovisual Imagem em destaque: Dracula: Prince of Darkness, meu primeiro filme de vampiro aos 8 anos de idade

Categoria: Sereias, Vanuccia não é Ariel
Sobre: Cinema, vídeo e audiovisual
Imagem em destaque: Dracula: Prince of Darkness, meu primeiro filme de vampiro aos 8 anos de idade

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Tapetum Lucidum – Hélcio Aguirra

Você está vivo

Todo meu respeito[1]


[1] A velha mistura – Golpe de Estado;

Pra quem não é perfeito Cheio de defeitos Você esta vivo Todo meu respeito Viver na ilusão, nessa ficção Cheio de luz, nessa escuridão Atrapalham sua oração Atrapalham seu beijo Todo seu desejo A velha mistura Te mata e te cura Te alegra e te deixa com medo A velha mistura te mata e te cura Acaba com você mais cedo Pra todos efeitos Esse seu jeito É também toda sua verdade Sua defesa, sua necessidade Deixar acontecer O que não aconteceu Porque? Cuspir no prato que comeu Procura conforto na hora do aborto Então um aplique a mais Quem sabe você se dá bem É um aplique a mais Compra de uma falsa paz Porque um aplique a mais Se o mundo roda, roda pra traz A Velha mistura - Golpe de Estado

Pra quem não é perfeito
Cheio de defeitos
Você esta vivo
Todo meu respeito
Viver na ilusão, nessa ficção
Cheio de luz, nessa escuridão
Atrapalham sua oração
Atrapalham seu beijo
Todo seu desejo
A velha mistura
Te mata e te cura
Te alegra e te deixa com medo
A velha mistura te mata e te cura
Acaba com você mais cedo
Pra todos efeitos
Esse seu jeito
É também toda sua verdade
Sua defesa, sua necessidade
Deixar acontecer
O que não aconteceu
Porque? Cuspir no prato que comeu
Procura conforto na hora do aborto
Então um aplique a mais
Quem sabe você se dá bem
É um aplique a mais
Compra de uma falsa paz
Porque um aplique a mais
Se o mundo roda, roda pra traz
A Velha mistura – Golpe de Estado

Uma das poucas bandas nacionais que aparecem no livro Passa lá em casa é justamente o Golpe de Estado. Nunca gostei de Legião Urbana e sempre achei, como a maioria dos críticos, que o Golpe não teve o lugar que merece na cena rocker brasileira. A principal trilha sonora é a música brasileira feita na primeira metade do século XX, leia-se: Carmen Miranda, Dorival Caymmi, Lupicínio Rodrigues, Nelson Gonçalves, com raras exceções. The Cure ali, Julian Casablancas acolá. Já tinha finalizado o livro, ou acreditei que tinha, quando ano passado depois de tanto tempo alguém teve a dignidade de tocar Golpe de Estado. Tinha esquecido ou estava inerte em minha mente, o quanto a banda é legal. Sempre gostei de pessoas que tem uma visão lucida do país em que vivemos, Ultraje a Rigor, Ira, Camisa de Vênus, Raul Seixas ou mesmo Cazuza, em doses moderadas é claro.

Mas voltando no dia em que ouvi A velha mistura corri para o livro e assinalei onde a frase ficaria bacana encabeçando um trecho do livro. O subtítulo desse trecho é: Tapetum lucidum 2[1].


[1] Tapetum lucidum, uma capa de células refletoras situadas por detrás da retina. Estas células refletem os raios de luz que não foram absorvidos no primeiro impacto, concedendo assim aos cones e aos bastonetes da retina uma segunda oportunidade. Estes também são os responsáveis de que os olhos dos gatos brilhem no escuro, já que qualquer pequena luz que recebam se reflete pela retina.

O texto narra aproximadamente o final ou inicio da década de 40. O lugar é uma praia em Santa Monica na Califórnia. Os personagens são Carmen Miranda, Cary Grant, Marilyn Monroe, Greta Garbo e o mordomo de minha vampira, Albert. Eles acabam se deparando com objetos inesperados encontrados nas águas.

Albert corria de braços abertos para as águas. Ele achou um fêmur.

Carmen corria de braços abertos para as águas. Ela achou uma caveira.

Garbo não corria de braços abertos para as águas. Ela preferia ficar sozinha na areia. E por isso mesmo não achou nada.

O acontecimento não se resume num crânio ou fêmur e sim a quem pertenceu àqueles ossos, coisa que o zumbi Albert sabe ao olhar para proporções fora do normal.

Hélcio Aguirra 03 de Março de 1959 – 21 de Janeiro de 2014

Uma pequena homenagem!

Categoria: Espaço Carmen Miranda Subcategoria: Sabra Cadabra Sobre: Heavy Metal

Categoria: Espaço Carmen Miranda
Subcategoria: Sabra Cadabra
Sobre: Heavy Metal